Posts da categoria: Mundo real

14
ago
2008

Até onde eu sou capaz de evoluir?

Don't look for other people in the mirror Parece ser óbvio que todos somos pessoas diferentes e que desenvolvemos habilidades diferentes de acordo com as condições nas quais vivemos ao longo dos anos, mas será mesmo que um ser humano é capaz de fazer qualquer coisa que outro não é? Será mesmo que existe um “dom”, uma capacitação diferenciada em cada pessoa?

Pergunto-me se qualquer um não deveria poder fazer as mesmas coisas que os outros, mesmo que com um pouco de esforço, e sei que talvez esteja aí a resposta… Talvez a quantidade de esforço necessária por cada um seja a “real medida” do quanto alguém é mais ou menos capaz para determinada coisa.

Só que parece injusto. Por que algumas pessoas podem “evoluir” tanto enquanto outras não?

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26
jul
2008

Sobre o auê dos últimos dias

Engenheiros do Hawaii
Até a pé nós iremos
Para o que der e vier
Mas o certo é que nós estaremos
Com o Humberto onde o Humberto estiver

Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu. “Sempre em frente” foi o conselho que ele me deu, sem me avisar que iria ficar pra trás… (nada de anormal… amanhã ele vai voltar…)

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28
mar
2008

A praça é nossa!

Sexo, drogas & a praça é nossa, isso mesmo! A praça é do povo, então dai ao povo o que ele gosta, ué!

Ok, vamos falar sério. A Holanda liberou sexo na praça pública e, então, no “país da mulher pelada” chove gente reclamando e criticando essa “imoralidade”. Perguntam se essa medida deveria ou ao menos poderia ser adotada em nosso país e a resposta é simplesmente refletida pela cara de espanto que todo mundo faz quando se comenta o assunto: óbvio que não! Brasileiro está preparado para ver bustos balançando no carnaval, mas não pode passar perto de uma praça imaginando o que pode estar havendo lá no meio dos arbustos. A questão, convenhamos, é que somos lotados de um falso pudor espantoso.

Amiguíssimos, sexo e todo o escambau é a coisa mais normal do mundo. É sim. Pode negar como quiser, mas é. Só que cada sociedade constrói as regras e os tabus de acordo com a sua formação. No país dos moinhos de vento, a liberação de drogas, da prostituição e do sexo em público aconteceu porque para eles isso é aceitável. A sociedade deles foi sustentada de tal forma que eles podem conviver com isso normalmente.

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04
dez
2007

Deu um revertério na página de recados

Agora o Orkut permite que você também restrinja a visualização da página de recados. Ótimo, porém mal feito. A nova opção anulou a anterior que controlava quem poderia escrever na página. Se você permite que apenas seus amigos vejam os scraps, apenas eles poderão escrever.

Eu sei que o Orkut não é burro e vai resolver logo esse problema, mas eu continuo gritando pela única implementação que eu realmente quero: fechar de vez meus recados :/ Sr. Orkut, me escuta! Não quero receber recados, poxa! Até o Fotolog pensou nisso e você não?

Mudando o rumo do post, ontem foi aberto o site da minha turma da UESB, o Revertério. Nós pretendemos fazer um site opinativo onde tentaremos colocar em prática o monte de coisas que estamos aprendemos nessa vida maluca de universitário. Como dizem os espertinhos: Visitem e tirem suas próprias conclusões!

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10
nov
2007

Orkut, pra que te quero?

Depois de um sono profundo, o Orkut acordou empolgado e resolveu implementar todas as funções pelas quais as pessoas viviam reclamando. As coisas foram mudando aos poucos: número de visualizações, últimos visitantes, layout mais arrojado, o número de fotos do álbum subindo de 12 para 100; começaram a chover scraps com imagens frescas, músicas tocando alto quando você entra desavisado no perfil de um amigo e todas essas coisas com a qual vamos nos acostumando.

Agora a gente também pode configurar o nível de privacidade dos depoimentos, do álbum e dos vídeos (É só ir em Configurações, Privacidade e escolher as opções). Isso quer dizer que não poderemos mais ver as fotos daquela mocréia que a gente vivia visitando e nem ler os seus depoimentos mais acusadores, porque é capaz de estarem permitidos apenas para os amigos dela.

Peraí, você ainda não entrou em pânico? Pois saiba que uma das funções mais pedidas é Foto: Ericka Costaque os recados também recebam essa configuração. Isso mesmo! Nem fotos, nem vídeos, nem depoimentos, nem recados para xeretar!

“Minina, mas que bafão! Então pra quê que vai servir o orkut?”

Foto: Ericka Costa

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25
ago
2007

Matem o apanhador no campo de centeio!

O Humberto Gessinger disse uma vez que existem dois tipos de música que valem a pena existir: as músicas que quando tocam no rádio você vai, corre, e muda de canal ou as que você vai, corre, e aumenta o volume. Acho que isso vale para tudo, inclusive para livros.

Existem os livros que te surpreendem e os que te decepcionam. Existem aqueles que você corre para elogiar e os que você corre para xingar. Costumo só falar de bons livros, então, vou falar de um que me decepcionou e esperar que comecem a me atirar pedras.

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24
ago
2007

Festival de Inverno Bahia

A edição desse ano do Festival de Inverno Bahia, a terceira, aconteceu nos dias 17, 18 e 19 de Agosto aqui em Vitória da Conquista. Queria escrever sobre isso, mas acabei descobrindo que é mais difícil do que eu pensava. Então, aqui vai meu resumido comentário.

Acho que o ponto mais negativo foi um público menor que o esperado, ao menos por mim. Tenho a impressão de que esse foi o ano mais vazio. Se estiver equivocada, uma coisa eu garanto, o público poderia ter sido bem maior se não fosse por alguns fatores. Primeiro, a escolha das atrações não agradaram muita gente. Mas esse é um ponto delicado, afinal, é uma questão de gosto. Acho que a grande culpa mesmo fica entre o preço dos ingressos, que subiu demais esse ano, e a criação do Festival de Feira de Santana, que atraiu o público daquela região que vinha para Conquista (história da micareta se repetindo?). Espero que a produção acorde com a chegada da concorrência para que no próximo ano o Festival possa crescer.

Meu julgamento das atrações é muito influenciado pelo meu gosto. Ainda assim vou comentar que os shows do IRA! e de Paralamas do Sucesso com certeza entraram para minha lista de shows preferidos. Não apenas porque é Ira e Paralamas, mas porque foram shows maravilhosos mesmo.

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15
ago
2007

Harry Potter and the Deathly Hallows

Primeiro quero declarar que este texto está livre de spoilers e que posso apagar comentários que eu considerar “estraga-prazeres”.

Li “Harry Potter e as Relíquias da Morte” logo depois do lançamento. Essa foi uma decisão que eu tomei depois de ler o sexto livro: ia melhorar meu inglês só pra não ter que esperar a tradução do sétimo. O motivo, claro, é que a gente sempre acaba descobrindo as coisas antes do tempo. Eu sou daquele tipo de pessoa que gosta de surpresas, de quebrar a cara tentando descobrir o que vai acontecer e, por isso, fico muito decepcionada quando topo com alguma informação indesejada.

Tinha resolvido que, se não conseguisse ler em inglês, ia me trancar dentro do quarto, tampar os ouvidos – para o caso de algum carro de som passar anunciando o final – e me desligar do mundo até a Lya Wyler terminar seu trabalho. Ainda bem que não foi preciso. Até comecei lendo uma dessas traduções que o pessoal estava fazendo, mas, ao encontrar a versão em inglês, descobri que aquilo estava uma merda e fiquei mesmo na versão original.

Pois é, eu li, parei, refleti e fim. O problema é que não é só assim. É tão estranho pensar que acabou! Quem não gosta não entende como é isso. Ainda lembro da minha ansiedade com os primeiros livros, de não dormir até terminar de ler cada novo lançamento, dos choros desesperados quando a história foi ficando mais densa, da tarde sumindo enquanto eu estava lendo deitada num sofá em uma salinha que não existe mais.

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