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	<title>iemai &#187; Mundo real</title>
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	<description>Fotografia, webdesign e arte.</description>
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		<title>Falta mais bom senso do que água</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 20:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal me ajudar votando no processo seletivo para Analista de Mídias Sociais do Ponto Frio? É só ir no meu link, clicar em “Indicar” e preencher o captcha. Rapidinho assim! :) A pior seca dos últimos 47 anos, é assim que o G1 chama a situação enfrentada pela Bahia atualmente. Hoje, não só o semi-árido baiano, mas também regiões como a Zona da Mata, estão sofrendo com a falta &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Que tal me ajudar votando no <a href="http://www.sonasocial.com.br/perfil.php?perfil=341" target="_blank">processo seletivo para Analista de Mídias Sociais do Ponto Frio</a>? É só ir no <a href="http://www.sonasocial.com.br/perfil.php?perfil=341" target="_blank">meu link</a>, clicar em “Indicar” e preencher o captcha. Rapidinho assim! :)
</p></blockquote>
<p>A pior seca dos últimos 47 anos, é assim que o G1 chama a situação enfrentada pela Bahia atualmente. Hoje, não só o semi-árido baiano, mas também regiões como a Zona da Mata, estão sofrendo com a falta de água.</p>
<p>Em Vitória da Conquista, o racionamento começará na terça-feira. A medida foi tomada devido ao baixo nível de água nas barragens que abastecem a cidade. Apesar da chuva ter voltado a cair nos últimos dias, a previsão de precipitações que possam normalizar o abastecimento existe apenas para novembro. </p>
<p>Não temos uma política pública adequada para esses momentos e estamos à mercê de um sistema muito frágil. Sabemos das tendências das alterações climáticas e pouco é feito para a prevenção de situações como essas. Em momentos assim, começamos a refletir sobre a importância da água e como a utilizamos displicentemente. </p>
<p>A imagem aí embaixo (<a href="http://www.whoi.edu/page.do?pid=80696&#038;i=7301" target="_blank">ilustração de Jack Cook</a>, do <em>Woods Hole Oceanographic Institution</em>) mostra quanta água há no planeta em comparação com o tamanho do mesmo. A esfera azul maior inclui os oceanos, as geleiras, os rios, as lagoas, a água presente na atmosfera e também nos seres vivos. O pontinho azul ao lado mostra a parcela de água doce no mundo.</p>
<p><a href="http://www.whoi.edu/page.do?pid=80696&#038;i=7301" target="_blank"><img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/2012mai13-water.jpg" alt="" title="Quanta água há na Terra" width="650" height="420" class="alignnone size-full wp-image-9073 antiborda" /></a></p>
<p>Mais de 70% da superfície terrestre é coberta por água. Visualizando essa imagem, percebemos o quanto esse número é grande pra caramba e, ainda assim, muito pequeno.</p>
<p>O período atual na história do planeta vem sendo chamado de <strong>antropoceno</strong>, a época da humanidade. Nele, as ações dos homens alteram diretamente a Terra. Mudamos a atmosfera do planeta, mudamos o curso das águas&#8230; O vídeo abaixo é interessantíssimo e fala sobre isso. (A narração é em inglês e não encontrei uma versão legendada, mas, mesmo que você não domine a língua, assista porque as imagens mostram muito.)</p>
<p><iframe style="margin-left:-22px" src="http://player.vimeo.com/video/39048998" width="650" height="365" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Como nos diz <a href="http://ufpr.academia.edu/BrunoMartini/Papers/970751/Antropoceno_A_epoca_da_humanidade" target="_blank">Bruno Martini</a>, &#8220;Reconhecendo isso, é preciso também admitir como são evidentes os sinais de que não mudamos o planeta apenas para o nosso bem. De fato, o tornamos mais hostil à presença de boa parte das formas de vida, inclusive a nossa. A humanidade – se conseguir se manter viva – precisará rever seu comportamento de força geológica e buscar formas de ocupar ambientes de modo menos agressivo e mais harmonioso, nem que seja apenas por pensar em benefício próprio. Extinções de antigas civilizações humanas por desastres ambientais não são novidade. O <em>Homo sapiens sapiens</em>, como esse nome indica, é uma espécie ‘inteligente’, que entende hoje as relações de causa e efeito: não temos, portanto, a desculpa da ignorância para repetir os mesmos erros.&#8221;</p>
<p>Utilizamos o planeta e seus bens como se fôssemos seus donos, e não hóspedes. E é preciso que falte água, que sobre chuva, que nosso bem-estar esteja ameaçado para nos lembrarmos de que, além da nossa casa, a Terra é a nossa mãe &#8211; e deve ser tratada e respeitada como tal.</p>
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		<title>Um blogueiro precisa de você</title>
		<link>http://iemai.com.br/blog/2012/04/05/um-blogueiro-precisa-de-voce/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 15:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>

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		<description><![CDATA[Desistir. Taí um verbo que deve passar pela cabeça de todo blogueiro &#8211; do mais famoso ao escritor de diário privado. Todos, cedo ou tarde, vão se perguntar por que blogam. A verdade é que quase nada na vida tem um verdadeiro motivo e, mesmo que haja, ele nunca é bom o suficiente. Quando essa pergunta surge, a ideia de desistir começa a piscar na mente. As causas podem ser as &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8380 antiborda" title="Blogueira" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/2012abr04-blogueira.jpg" alt="" width="650" height="508" /></p>
<p>Desistir. Taí um verbo que deve passar pela cabeça de todo blogueiro &#8211; do mais famoso ao escritor de diário privado. Todos, cedo ou tarde, vão se perguntar por que blogam. A verdade é que quase nada na vida tem um verdadeiro motivo e, mesmo que haja, ele nunca é bom o suficiente.</p>
<p>Quando essa pergunta surge, a ideia de desistir começa a piscar na mente. As causas podem ser as mais variadas: não era o que você esperava, você não tem assunto, ninguém te lê, pessoas demais te lêem, ninguém gosta do que você faz, pessoas demais só fazem de conta que gostam do que você faz, <em>haters</em> demais criticam tudo o que você posta.</p>
<p>Não importa. A moral, simples e pura, é aquela que todo mundo fala: você deve blogar porque você quer e porque você gosta. Blogar é de você. <strong>Mas não adianta mentir; estamos aqui para sermos lidos.</strong></p>
<p>Um comentário pode salvar um blog. É por isso que se você é fã tem que comentar; compartilhar, curtir, tweetar. Todo mundo é movido pela sociedade e fala para a sociedade. A pessoa atrás da tela pode estar precisando de coragem e ânimo. E digo isso com a hipocrisia de quem nem sempre sabe o que falar e constantemente sai sem deixar rastros claros de que passou por aí (ajeita um botão de curtir pra facilitar aí, galera!).</p>
<p>Fica o desafio para mim e para vocês: aparecer um dia para dizer que gostamos do que aquele alguém que a gente admira escreve. Postar um link nos nossos blogs, declarar o encanto no twitter&#8230; Não precisa ser sempre, não precisa ser a cada post. Mas vamos deixá-las cientes de que os admiramos.</p>
<p>Todos os blogueiros precisam da gente.</p>
<blockquote><p>Esse post é dedicado a pessoas que gosto muito de ler e que estão passando por momentos conturbados.</p>
<p>Aproveitando o embalo, deixa eu fazer um desabafo irritado: &#8220;esconder&#8221; aqueles que te inspiram faz de você um idiota (a menos que o seu motivo seja porque você o copia, porque aí nem vou comentar, né). Ao invés de ajudar o artista, você está indo contra ele. ;)</p></blockquote>
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		<title>Pelo conhecimento livre, contra o regresso</title>
		<link>http://iemai.com.br/blog/2012/01/19/pelo-conhecimento-livre-contra-o-regresso/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é hora de acabar com o compartilhamento e com a &#8220;pirataria&#8221;. É hora de acabar com leis que não fazem mais sentido na sociedade em que vivemos. É, eu poderia dizer muita mais coisa sobre tudo isso, mas hoje prefiro reproduzir um texto, do Djalma Valois, que me marcou muito na época que estava fazendo meu TCC e representa muito bem as minhas ideias. Quem tiver coragem de ler tudo &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7722 antiborda" title="If your government shuts down the internet, shut down your government." src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/2012jan19.jpg" alt="" width="650" height="650" /></p>
<p>Não é hora de acabar com o compartilhamento e com a &#8220;pirataria&#8221;. É hora de acabar com leis que não fazem mais sentido na sociedade em que vivemos. É, eu poderia dizer muita mais coisa sobre tudo isso, mas hoje prefiro reproduzir um texto, do Djalma Valois, que me marcou muito na época que estava fazendo meu TCC e representa muito bem as minhas ideias. Quem tiver coragem de ler tudo não vai se arrepender.</p>
<h3><strong><big>Copyleft</big></strong></h3>
<p>Amanhecia na aldeia Ventus e, aos primeiros raios de sol, era comum os aldeões partirem para a floresta, iniciando a caça que lhes garantiria o alimento do dia&#8230; Como toda aldeia naquela época, os homens mais velhos guiavam os jovens na caçada, apresentavam o uso das armas, ensinavam a preparação das armadilhas e outras atividades que garantiam a segurança e a sobrevivência da aldeia. As mulheres reconheciam ervas e uma variedade enorme de plantas, dava-se sabor com os temperos, receitas e métodos no tratamento das iguarias, que também eram repassadas para as demais jovens. Dessa maneira garantia-se a vida de todos, com uma qualidade que era obtida a partir do <strong><em>conhecimento coletivo</em></strong>.</p>
<p><span id="more-7721"></span>O processo de educação, tanto no ser humano quanto noutros seres, é uma atividade constante e ininterrupta. Pais ensinam filhos, que por sua vez ensinam as próximas gerações. Portanto, torna-se simples compreender que dado o acesso ao conhecimento, podemos ter mais ou menos facilidades para a nossa existência. Vários são os fatores que determinam o bom aproveitamento do conhecimento, mas sempre a informação é o ponto central, sem ela as pessoas não conseguem ter os elementos para fazerem qualquer escolha ou até mesmo para criarem condições necessárias à sua existência.  [...]</p>
<p>É possível observar que, durante a história da humanidade, os processos criativos levaram o ser humano a disponibilizar o conhecimento como um bem público. Isto é facilmente observável na matemática, como também nas demais ciências, que são a base de sustentação de qualquer nova idéia. No entanto, a partir de certo período da nossa história surgiu o conceito de propriedade intelectual. Criaram-se regras que impedem a disseminação do conhecimento como um bem público, que o tratam como um bem privado. Essa característica é parte do novo modelo capitalista, que não consegue deter a disseminação dos meios de produção (que também é um negócio) e tenta apropriar-se das ideias, transformando-as em produto adquirível. Afinal, se é dada a propriedade sobre uma ideia, esta passa a ser tratada como qualquer produto, podendo ser comprado ou vendido, e até mesmo protegido de outras pessoas que desejem obter ou produzir a mesma informação.</p>
<p>Devemos ter claro que esse processo em si, apesar de já absorvido pela maioria das pessoas – o conceito de “propriedade intelectual” -, nos coloca diante de uma dicotomia, entre o direito público e o direito privado.</p>
<p><strong>Aos assumirmos conscientemente que qualquer idéia pode ter um dono, a produção social do conhecimento livre deveria ser considerada como todos nós como uma afronta, afinal, as ideias produzidas até hoje são fruto de um conhecimento anterior, que se manteve livre até agora.</strong></p>
<p><strong>Imagine se seria possível a qualquer físico de hoje produzir uma experiência se ele não pudesse utilizar livremente a matemática. Pense como seria difícil para qualquer um produzir o que quer que fosse, se estivesse impedido de usar todo o conhecimento anterior da humanidade, ou se tivesse de pagar <em>royalties</em> por ele. A que custo seria disponibilizada para a sociedade uma simples cartilha com a “tabuada” padrão, que é utilizada nas escolas elementares, se tivéssemos de pagar os direitos autorais para aqueles que conceberam os números e os cálculos?</strong></p>
<p><strong>Quanto os autores de livros teriam de pagar àqueles que inventaram as letras ou conceberam de alguma forma organizada as regras gramaticais? E os músicos? Além de se preocuparem com as vendagens de seus discos, teriam de pagar direitos autorais para aquele que concebeu matematicamente as notas, dentro de certas regras estabelecidas, desde os bemóis e sustenidos até o fracionamento de uma nota com base em experiências com som emitido por uma corda&#8230;</strong></p>
<p>Toda essa experiência humana – em conjunto com as experiências voltadas à farmacologia, engenharia, agronomia, entre tantas outras – sempre esteve a serviço da humanidade. Esse quadro é modificado quando a Sociedade Industrial surge historicamente, trazendo o conceito de propriedade intelectual. Seu ponto culminante é sem dúvida o estabelecimento da Convenção de Berna, em 1886, que reconhecia o direito intelectual sobre as diversas obras, ratificando a propriedade individual sobre o conhecimento coletivo. E, sobretudo, ao expandir fortemente a propriedade intelectual, beneficiava os seus principais produtos: os países industrializados do hemisfério norte. [...]</p>
<p>Esse conceito é diametralmente oposto à realidade observada entre todas as espécies – que no geral tendem a proteger-se e a procriar para a manutenção da vida. O ser humano também é assim. Vive em sociedade para garantir uma vida melhor para todos. Porém, as atuais regras que determinam a propriedade do conhecimento, bem como a apropriação privada do resultado da produção coletiva, são um erro que não deve ser desprezado por nenhum ser humano. Empresas que têm o monopólio de determinados medicamentos antiaids só conseguiram produzir o remédio por possuírem as informações anteriormente conquistadas e legadas ao longo da história da humanidade, e que permanecem livres até hoje. <strong>Como então é possível ou permitido que uma indústria <em>detenha</em> para si o resultado de toda uma <em>criação coletiva</em>?</strong> [...]</p>
<p>Os conceitos de copyright agora adotados por um acordo internacional traduzem não apenas uma ofensa à inteligência humana, mas principalmente, tomam para si o direito individual sobre tudo que foi produzido até hoje pela sociedade. Nesse sentido, o copyleft surge como uma alternativa, que vem sendo utilizada por diversas instituições de ensino, empresas e indivíduos que vislumbram um futuro melhor para todos. [...] os termos do copyleft garantem o reconhecimento do autor, mas permitem que qualquer outra pessoa possa intervir, alterando, reproduzindo, redistribuindo e, por fim, revendendo esse produto. [...]</p>
<p>Esse tipo de iniciativa deve ser reproduzida por outras entidades e centros acadêmicos, e até mesmo por escolas e centros de pesquisa em geral. A disponibilização do conhecimento propiciará uma alternativa viável de construção de uma sociedade tecnologicamente preparada para as efetivas mudanças sociais necessárias à criação de um novo mundo. Nesse mundo, o ser humano será o centro das nossas preocupações. [...] E esse planeta servirá de berço a uma nova sociedade, baseada em princípios sólidos de solidariedade e cooperação.</p>
<blockquote><p>VALOIS, Djalma. Copyleft. In: SILVEIRA, Sérgio Amadeu da; CASSINO, João. (Eds.) <strong>Software livre e inclusão digital</strong>. São Paulo: Conrad Livros, 2003. p. 284-295.</p></blockquote>
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		<title>Os Três Mosqueteiros</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 08:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
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		<category><![CDATA[fotos minhas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Ando tão aplicada com o blog que fiquei uma semana sem postar e já estou achando um absurdo. E que semana cheia! Eventos com Zico no VC (que foram divertidos e só estão nessa lista porque fazem parte dos motivos do &#8220;agito&#8221;), TPM, viagem que não deu certo, conexão morta-viva, dor de cabeça, Maria líder (mwaeha o pior da semana!) etc&#8230; Mas está tudo bem e voltamos com gás! :) &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ando tão aplicada com o blog que fiquei uma semana sem postar e já estou achando um absurdo. E que semana cheia! Eventos com Zico no <a href="http://www.vitoriadaconquista.com.br/" target="_blank">VC</a> (que foram divertidos e só estão nessa lista porque fazem parte dos motivos do &#8220;agito&#8221;), TPM, viagem que não deu certo, conexão morta-viva, dor de cabeça, Maria líder (mwaeha o pior da semana!) etc&#8230; Mas está tudo bem e voltamos com gás! :)</p>
<p>Enquanto minha conexão não funcionava, aproveitei para terminar de ler <strong>Os Três Mosqueteiros</strong>. Queria fazer sempre um post dedicado aos livros que eu for lendo esse ano, mas meu ritmo de leitura anda terrível e tudo que eu li até agora foi isso (ameniza o pecado o fato dele ter mais de 500 páginas?). De qualquer jeito, já senti que não vou ler tanto quanto <a href="http://iemai.com.br/blog/2010/12/30/os-livros-que-li-em-2010/">ano passado</a>. :/</p>
<p>O livro é maravilhoso. Meu irmão comprou há algum tempo num sebo e eu nunca li porque tinha a impressão de que a linguagem era pesada e difícil. Num dia em que eu ia enfrentar uma espera gigante e não tinha nenhum outro livro, resolvi dar uma chance a ele.</p>
<p>Se eu soubesse, teria lido antes. A linguagem é uma delícia e eu tive a sensação de que eram vários livros. Juro que a história poderia acabar em várias etapas e já teria um final foda. Só que acho que o que mais me fez gostar dele foi o final. Sei lá, achei o melhor epílogo que já li. Detesto quando autores escrevem o &#8220;depois&#8221; da história, mas dessa vez foi tão vida real que eu fiquei tocada por horas depois de ler.</p>
<p>Enfim, dei cinco estrelinha lá no <a href="http://www.skoob.com.br/perfil/iemai" target="_blank">Skoob</a>. Fiquei com vontade de ler outros clássicos. :)</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/emivieira/5463358058/" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-5449 antiborda" title="Os Três Mosqueteiros, por Alexandre Dumas Pai" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2011fev22-ostresmosqueteiros.jpg" alt="" width="650" height="432" /></a><br />
<img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2011fev22-ostresmosqueteiros3.jpg" alt="É pela coragem, toma boa nota disso, tão-somente pela coragem que um fidalgo se eleva hoje em dia. Quem quer que trema por um segundo deixa fugir a isca que, precisamente nesse segundo, lhe atira a fortuna." title="Trecho de Os Três Mosqueteiros, por Alexandre Dumas Pai" width="650" height="489" class="alignnone size-full wp-image-5457 antiborda" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-5452 antiborda" title="Os Três Mosqueteiros, por Alexandre Dumas Pai" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2011fev22-ostresmosqueteiros2.jpg" alt="" width="650" height="430" /><br />
<img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2011fev22-ostresmosqueteiros4.jpg" alt="A vida é um rosário de miseriazinhas que o filósofo desafia dando risada. Sêde filósofos como eu, senhores, assentai-vos à mesa e bebamos; nada faz parecer o futuro mais cor-de-rosa do que olhar para ele através de um copo de chambertin." title="Trecho de Os Três Mosqueteiros, por Alexandre Dumas Pai" width="650" height="489" class="alignnone size-full wp-image-5458 antiborda" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os livros que li em 2010</title>
		<link>http://iemai.com.br/blog/2010/12/30/os-livros-que-li-em-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 17:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[harry potter]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha meta de leitura foi a única resolução de ano novo que eu realmente consegui cumprir. :P Triste, uh? Nada de aprender a dirigir, nada de fazer um bando de viagens, nada de ficar rica (hello?). haha Pelo menos uma já é algo pra quem nunca consegue cumprir nada! O objetivo era ler 20 livros. Li 30 e tenho esperanças de ler mais ano que vem &#8211; até porque está &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha meta de leitura foi a única resolução de ano novo que eu realmente consegui cumprir. :P Triste, uh? Nada de aprender a dirigir, nada de fazer um bando de viagens, nada de ficar rica (hello?). haha Pelo menos uma já é algo pra quem nunca consegue cumprir nada!</p>
<p>O objetivo era ler 20 livros. Li 30 e tenho esperanças de ler mais ano que vem &#8211; até porque está aberta oficialmente a temporada de monografia por aqui, babies! Preparem-se para muito lamento e desespero.</p>
<p>Em alguns momentos não li mais porque não tinha mesmo nenhum livro em mãos e nem paciência pra ebook. :( Apesar disso, dei chance a uns pobres empoeirados aqui de casa, reli toda série do Guia e comecei a ler HP em inglês.</p>
<p>Vou falar um pouco sobre alguns, ou sobre porque resolvi (re)lê-los. Você não precisa ler o post todo nãão! Já fico feliz se só deixar uma sugestão de leitura pro ano que vem! :)</p>
<p>Pra quem gosta da coisa, me adiciona no <a href="http://www.skoob.com.br/perfil/iemai" target="_blank">Skoob</a>! :)</p>
<p><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4779 antiborda" title="O símbolo perdido, Dan Brown" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-osimboloperdido.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4780" title="Por que os homens amam as mulheres poderosas? Sherry Argov" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-porqueoshomensamam.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4781" title="Harry Potter and the Sorcerer's Stone por J.K.Rowling" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-harrypotterandthesorcerersstone.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4782" title="Harry Potter and the Chamber of Secrets" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-harrypotterandthechamberof.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4783 antiborda2" title="Um crime adormecido, por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-umcrimeadormecido.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4790 antiborda" title="O detetive Parker Pyne, por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-odetetiveparkerpyne.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4791" title="Assessoria de imprensa - teoria e prática, por Elisa Kopplin e Luiz Artur Ferraretto" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-assessoriadeimprensa.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4792" title="Harry Potter and the Prisioner of Azkaban, por J.K.Rowling" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-harrypotterandtheprisioner.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4793" title="Sherlock Holmes em O Vale do Terror, por Conan Doyle" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-ovaledoterror.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4794  antiborda2" title="Aviador por Eoin Colfer" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-aviador.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4804 antiborda" title="Raciocínio Criativo na Publicidade por Stalimir Vieira" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-raciociniocriativo.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4805" title="Os crimes ABC" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-oscrimesabc.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4806" title="Cultura da Interface por Steven Johnson" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-culturadainterface.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4807" title="O Segredo de Chimneys por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-osegredodechimneys.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4808 antiborda2" title="Os Fantoches de Deus por Morris West" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-osfantochesdedeus.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4815 antiborda" title="O Guia do Mochileiro das Galáxias por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-oguiadosmochileiros.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4813" title="Redação Publicitária por Zeca Martins" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-redacaopublicitaria.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4814" title="O Restaurante no Fim do universo, por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-orestaurantenofim.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4816" title="O cavalo amarelo por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-ocavaloamarelo.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4817 antiborda2" title="Hora Zero por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-horazero.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4821 antiborda" title="A vida, o Universo e Tudo mais - por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-avidaouniverso.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4822" title="Cibercultura por Pierre Lévy" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-cibercultura.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4823" title="A viagem de Théo por Catherine Clement" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-aviagemdetheo.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4824" title="Sobre entrevistas por Stela Guedes Caputo" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-sobreentrevistas.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4825 antiborda2" title="Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes! por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-atemaiseobrigadopelospeixes.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4826 antiborda" title="Harry Potter and the Order of the Phoenix por J.K.Rowling" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-harrypotterandtheorder.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4827" title="Sobre a televisão por Pierre Bordieu" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-sobreatelevisao.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4828" title="A televisão levada a sério por Arlindo Machado" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-atelevisaolevadaaserio.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4829" title="Praticamente Inofensiva por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-praticamenteinofensiva.jpg" alt="" width="130" height="187" /><img class="antitopo alignnone size-full wp-image-4830 antiborda2" title="O Dia do Curinga por Jostein Gaarder" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-odiadocuringa.jpg" alt="" width="130" height="187" /></p>
<h3><span id="more-4774"></span>Um pouquinho sobre alguns livros :)</h3>
<p><img class="alignleft antibordaleft" title="Harry Potter and the Sorcerer's Stone por J.K.Rowling" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-harrypotterandthesorcerersstone.jpg" alt="" width="121" height="175" /></p>
<p><strong>Harry Potter<br />
</strong></p>
<p>Fiquei chocada agora. Juro que não lembrava que foi nesse ano que comecei a ler HP em inglês. D: Parece outra vida&#8230; meodeos&#8230; só agora me dei conta do que foi 2010 de verdade. haha Agradecimentos a <a href="http://skoob.com.br/estante/livro/6702290" target="_blank">Ju</a>, que emprestou os livros &#8211; e a quem eu ainda preciso devolver <em>Prisoner of Azkaban</em>.</p>
<p><em>Harry Potter and the Order of the Phoenix</em> meu irmão achou num sebo! :) Fiquei boquiaberta com o tamanho dele. Maior que a Bíblia. mwuahea Os próximos só depois de conseguir os livros também, então ficam pra 2011. :(</p>
<ul>
<li><strong>Por que os homens amam as mulheres poderosas?</strong></li>
</ul>
<p>Sobre esse devo comentar que, resolvi ler o ebook porque era bem pequenininho, mas fiquei rindo quase um mês por causa dos comentários da Argov. :D</p>
<p><img class="alignleft antibordaleft" title="O detetive Parker Pyne, por Agatha Christie" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-odetetiveparkerpyne.jpg" alt="" width="121" height="175" /></p>
<p><strong>O Detetive Parker Pyne</strong></p>
<p>Ler livros de Agatha Christie comprados em sebos é o sentido da vida (?). :) Todo mundo sabe que eu a amo.</p>
<p>Apesar de <em>Um Crime Adormercido</em> não ser tão legal, O <em>Detetive Parker Pyne</em> é. Nele, Agatha narra doze histórias sobre Parker Pyne, um carismático personagem especialista em dados e em &#8220;assuntos do coração&#8221;.</p>
<p>O livro inteeeiro vale pela última história, &#8220;O Oráculo de Delfos&#8221;. Genial. Simples e puramente Agatha Christie. Mas tem que ler todas as outras antes.</p>
<ul>
<li><strong>O Vale do Terror (Sherlock Holmes)</strong></li>
</ul>
<p>Conan Doyle&#8230; Conan Doyle&#8230; Quem já leu muito Agatha Christie descobre mesmo todos os seus finais na metade do livro ou o problema foram as histórias que eu li até hoje?</p>
<ul>
<li><strong>Aviador</strong></li>
</ul>
<p>&#8220;Que livro eu leio?&#8221; é uma pergunta que eu faço frequentemente ao meu irmão <span style="text-decoration: line-through;">tão-</span>nerd<span style="text-decoration: line-through;">-quanto-eu</span>. Nesse dia ele disse para ler Aviador e eu fiquei &#8220;Uhn&#8230; É do Eoin Colfer, deve ser um saco.&#8221;. Nem eu sei de onde tinha vindo o preconceito não-merecido pelo Colfer, mas o livro não era um saco e a leitura valeu a pena.</p>
<p><img class="alignleft antibordaleft" title="Cultura da Interface por Steven Johnson" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-culturadainterface.jpg" alt="" width="121" height="175" /></p>
<p><strong>Cultura da Interface</strong></p>
<p>Praticamente só leio romance, vocês já devem ter percebido. Mas veeeja! Até que esse ano eu saí um pouco disso (se é que 7 em 30 pode ser considerado assim). Quando leio coisas interessantes sobre web, computadores e tal mergulho tanto quanto se estivesse lendo um romance.</p>
<p><em>Cultura da Interface</em> me fez soltar vários &#8220;caraalho&#8221; e foi bem útil em alguns trabalhos que fiz &#8211; e confesso que só resolvi ler porque essa capinha no ebook ficou tãão bonitinha&#8230;</p>
<ul>
<li><strong>Os Fantoches de Deus</strong></li>
</ul>
<p>Os Fantoches de Deus era um livro empoeirado e velho que eu encontrei no submundo da minha própria casa. Sem ter o que ler, resolvi dar uma chance a ele. Outro que valeu a pena arriscar. :)</p>
<p><img class="alignleft antibordaleft" title="O Guia do Mochileiro das Galáxias por Douglas Adams" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-oguiadosmochileiros.jpg" alt="" width="121" height="175" /></p>
<p><strong>O Guia do Mochileiro das Galáxias</strong></p>
<p>Graças a <a href="http://jarbasribeiro.tumblr.com/" target="_blank">Jarbas</a>, li toda série do Guia quando ainda vivíamos nosso bons tempos de inglês. Claro que eu amei, idolatrei e paguei muito pau pro Douglas Adams igual todos vocês (exceto a <a href="http://riscarisca.wordpress.com/" target="_blank">Lali</a> haha) com certeza fizeram. Só que era ebook&#8230; Esse ano a promoção supimpa de cada livro por R$10,00 no Submarino (que agora virou todos os livros por R$29,90) fez meu irmão comprar todos os livros e eu pude ler tudo de novo. :)</p>
<p>E Marvin ainda é o melhor personagem ever.</p>
<ul>
<li><strong>A Viagem de Théo</strong></li>
</ul>
<p>Seria um livro muito melhor se acabasse na metade. haha Primeiro, é grande/pesado demais e eu não podia carregar na bolsa. Não pude ler no ônibus, por isso demorei muito mais pra terminar. :( Segundo, ele começa a ficar muuuito, muuuuito cansativo da metade pra frente. Quase desisti.</p>
<p><img class="alignleft antibordaleft" title="O Dia do Curinga por Jostein Gaarder" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/10dez29-odiadocuringa.jpg" alt="" width="121" height="175" /></p>
<p><strong>O Dia do Curinga</strong></p>
<p>O último do ano! Acho lindo quando o último é um que traz lições importantes (no ano passado li A Cabana no finalzinho de dezembro&#8230;). Já tinha começado a ler <em>O Dia do Curinga</em> em ebook em algum ano passado, só que desisti porque estava cansada de ler no pc&#8230;</p>
<p>Essse ano no amigo oculto com o pessoal da facul, a pessoa que me tirou não apareceu ¬¬ Ganhei o livro dele, sobre a Indústria Cultural, e como não tenho paciência pra esse lado da Comunicação, troquei pelo do Jostein Gaarder. :) Amei.</p>
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		<title>O presidente da galáxia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 02:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu poderia falar sobre as eleições, comentar os discursos, repetir todos esses padrões e todas as histórias. Eu poderia falar sobre como meu voto não foi a favor de um candidato, mas contra as bandeiras religiosas e preconceituosas que foram levantadas para derrubar sua candidatura. Mas a grande questão nem é essa, é que eu vou sentir falta do Lula. Só de assistir os maçantes minutos de discursos pós-eleição de &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu poderia falar sobre as eleições, comentar os discursos, repetir todos esses padrões e todas as histórias. Eu poderia falar sobre como meu voto não foi a favor de um candidato, mas contra as bandeiras religiosas e preconceituosas que foram levantadas para derrubar sua candidatura. Mas a grande questão nem é essa, é que eu vou sentir falta do Lula. Só de assistir os maçantes minutos de discursos pós-eleição de Dilma e Serra, já comecei a sentir.</p>
<p>Apesar de todos os contras que podem ser levantados, Lula era a figura pública a quem queríamos bem. Ele, não por ser operário ou o que quer que seja, mas pela pessoa como se construiu, era um cara que fazia com que a maioria dos brasileiros se sentisse bem por tê-lo como presidente.</p>
<p>De resto, deixo o Guia falar por mim:</p>
<blockquote><p>Havia um clima de enorme empolgação entre eles. Trabalhando em equipe, haviam atingido e ultrapassado os limites últimos das leis físicas, reestruturado a configuração fundamental da matéria, forçado, torcido e partido as leis das possibilidades e impossibilidades, mas apesar disso o que mais os entusiasmava era a oportunidade de conhecer um homem com uma faixa alaranjada em volta do pescoço (o distintivo tradicional do presidente da Galáxia). Talvez até não fizesse muita diferença se eles soubessem exatamente quanto poder exercia o presidente da Galáxia: absolutamente nenhum. [...]</p>
<p>O presidente, em particular, é simplesmente uma figura pública: não detém nenhum poder. Ele é aparentemente escolhido pelo governo, mas as qualidades que ele deve exibir nada têm a ver com liderança. Ele deve é possuir um sutil talento para provocar indignação. Por esse motivo, o presidente é sempre uma figura polêmica, sempre uma personalidade irritante, porém fascinante ao mesmo tempo. Não cabe a ele exercer o poder, e sim desviar a atenção do poder. [...]</p>
<p>Pouquíssimas pessoas sabem que o presidente e o governo praticamente não têm nenhum poder, e, dessas pouquíssimas pessoas, apenas seis sabem onde é, de fato, exercido o verdadeiro poder político. A maioria das outras está convencida de que, em última instância, o poder é exercido por um computador. Elas não poderiam estar mais erradas.</p>
<p><small>Douglas Adams, O Guia do Mochileiro das Galáxias</small></p></blockquote>
<p><strong>[editado]</strong> Sobre a onda xenófoba no twitter, eu gostaria de acrescentar: se você vivesse abaixo da linha da pobreza, eu queria ver se você estaria falando mal dos nordestinos e das escolhas deles. :) É claro que os ricos vão reclamar daqueles que preferem dar atenção aos pobres. É claro. É a criança mimada chorando porque a mãe deu o brinquedinho quebrado pro menino de rua. Como diz a canção: &#8220;O Brasil não conhece o Brasil. O Brasil nunca foi ao Brasil.&#8221;</p>
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		<title>A polêmica do Photoshop</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 02:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[antes e depois]]></category>
		<category><![CDATA[photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha pergunta é simples: quem definiu que o talento tem que estar atrás da câmera e não pode estar atrás do monitor? Na minha opinião, a arte independe da técnica &#8211; o importante é o resultado final. Até porque dá trabalho do mesmo jeito, se não mais. Se for assim, sei lá&#8230; Pintores, abandonem seus pincéis! Enfim, já clamava a saparia: &#8220;Não há mais poesia, mas há artes poéticas&#8221;. E &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4307 antiborda" title="10out21" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/10out21.jpg" alt="" width="650" height="867" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-4308 antiborda" title="10out21-2" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/10out21-2.jpg" alt="" width="650" height="488" /></p>
<p>Minha pergunta é simples: quem definiu que o talento tem que estar atrás da câmera e não pode estar atrás do monitor? Na minha opinião, a arte independe da técnica &#8211; o importante é o resultado final. Até porque dá trabalho do mesmo jeito, se não mais. Se for assim, sei lá&#8230; Pintores, abandonem seus pincéis!</p>
<p>Enfim, já clamava a saparia: &#8220;Não há mais poesia, mas há artes poéticas&#8221;.</p>
<p>E você? O que acha?</p>
<blockquote><p><small>Foto tirada com a pequena <a href="http://www.flickr.com/photos/escutegarota/3753026682/in/set-72157606787727427/" target="_blank">Enola</a>, pouco antes dela ir para o céus das câmeras. :(<br />
Edição cheia de noise, eu seeei.<br />
</small></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Precisava complicar tudo?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[fotos minhas]]></category>
		<category><![CDATA[vitória da conquista]]></category>

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		<description><![CDATA[Dias de frio são a prova irrefutável de que o ser humano não foi criado para trabalhar. O corpo se nega firmemente a sair da cama e as horas ficam cheias de preguiça&#8230; É o metabolismo voltando às suas origens, para o tempo em que as pessoas eram todas contentes. Sim, gente, porque idiotas foram os homens que resolveram complicar o mundo. O mundo era um lugar bonito e feliz. &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias de frio são a prova irrefutável de que o ser humano não foi criado para trabalhar. O corpo se nega firmemente a sair da cama e as horas ficam cheias de preguiça&#8230; É o metabolismo voltando às suas origens, para o tempo em que as pessoas eram todas contentes. Sim, gente, porque idiotas foram os homens que resolveram complicar o mundo.</p>
<p>O mundo era um lugar bonito e feliz. As pessoas comiam, bebiam, passeavam, dormiam e se divertiam com todas as outras variáveis básicas de uma vida sem o que fazer. Até que algum contrariado que não tinha sido convidado para alguma festa-nas-cavernas pensou: &#8220;Oh, eles me pagam. Vamos acabar com a diversão!&#8221;. E puf! A coisa deu no que deu.</p>
<p>Depois, para tentar amenizar a merda que tinha sido feita, começaram a inventar coisas como o videogame e os sites pornôs, mas aí já era tarde demais.</p>
<p>Enfim, como minhas preces para me tornar o urso polar da Coca-Cola e poder hibernar no inverno ainda não foram atendidas, continuo trabalhando. Aqui vão mais algumas fotinhas tiradas no quintal lá da <a href="http://www.mondocomunicacao.com.br/" target="_blank">agência</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3969 antiborda" title="10ago09-1" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-1.jpg" alt="" width="650" height="978" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-3975 antiborda" title="10ago09-4" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-4.jpg" alt="" width="650" height="432" /><br />
<img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-10.jpg" alt="" title="10ago09-10" width="650" height="432" class="alignnone size-full wp-image-3989 antiborda" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-3978 antiborda" title="10ago09-5" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-5.jpg" alt="" width="325" height="489" /><img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-6.jpg" alt="" title="10ago09-7" width="325" height="489" class="alignnone size-full wp-image-3980 antiborda2" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-3974 antiborda" title="10ago09-2" src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-2.jpg" alt="" width="650" height="432" /><br />
<img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-7.jpg" alt="" title="10ago09-7" width="325" height="489" class="alignnone size-full wp-image-3980 antiborda" /><img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-8.jpg" alt="" title="10ago09-8" width="325" height="489" class="alignnone size-full wp-image-3984 antiborda2" /><br />
<img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago09-9.jpg" alt="" title="10ago09-9" width="650" height="432" class="alignnone size-full wp-image-3987 antiborda" /></p>
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		<title>Perdidos no ciberespaço</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 19:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O legal da internet é que, se ela está parada, a culpa é sua. Afinal, ela nunca está parada. Complexo? Quero dizer, se a internet está parada é porque você não está no lugar certo; ou não segue as pessoas certas; ou não frequenta os sites certos. Fiquei perplexa com essa percepção boba, mas repentina. Dentro do meu &#8220;círculo virtual&#8221;, às vezes sinto que não acontece nada. Ao mesmo tempo, &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://iemai.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/10ago14.jpg" alt="" title="Estação Ciência/Cabo Branco, obra de Niemeyer em João Pessoa - PB" width="650" height="432" class="alignnone size-full wp-image-4044 antiborda" /></p>
<p>O legal da internet é que, se ela está parada, a culpa é sua. Afinal, ela nunca está parada. Complexo?</p>
<p>Quero dizer, se a internet está parada é porque você não está no lugar certo; ou não segue as pessoas certas; ou não frequenta os sites certos.</p>
<p>Fiquei perplexa com essa percepção boba, mas repentina. Dentro do meu &#8220;círculo virtual&#8221;, às vezes sinto que não acontece nada. Ao mesmo tempo, tenho a consciência de que o fluxo dentro da rede está sendo incessantemente atualizado&#8230; Que existem pessoas conversando constantemente. Uma contradição que, sim, é apenas uma malfeita caricatura do mundo real &#8211; e, ao mesmo tempo, parece ainda mais real do que ele.</p>
<p>Cômico é que só basta um clique para ir para um local totalmente movimentado e, ao mesmo tempo, fica a dúvida: <strong>para onde ir?</strong></p>
<p>Muita gente, muitos sites, muitos blogs, muitos lugares e nenhum mapa. O caminho fica ainda mais difícil quando a cada parada encontro mais citações, mais reblogagens, mais retweets&#8230; Sei lá, quero pessoas (fora do mainstream) que criem coisas legais ou falem coisas interessantes. Alguém tem alguma indicação?</p>
<p><small>P.S.: Sinto que esse post tem um complemento e também uma completa discrepância em relação ao <a href="http://iemai.com.br/blog/2010/08/05/o-vortice-da-perspectiva-total/" target="_blank">post do dia 5</a>. Como pode?</small></p>
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		<title>O Vórtice da Perspectiva Total</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 01:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iemai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo real]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet é uma espécie de Vórtice da Perspectiva Total simplificado. - O que é que isso faz com as pessoas? - O Universo, toda a infinidade do Universo reunida. Infinitos sóis, infinitas distâncias entre eles e você, um pontinho invisível sobre outro pontinho invisível, infinitamente pequeno. [...] O homem que inventou o Vórtice da Perspectiva Total o fez basicamente para irritar sua mulher. Trin Tragula – esse era seu &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma espécie de Vórtice da Perspectiva Total simplificado.</p>
<blockquote><p>- O que é que isso faz com as pessoas?<br />
- O Universo, toda a infinidade do Universo reunida. Infinitos sóis, infinitas distâncias entre eles e você, um pontinho invisível sobre outro pontinho invisível, infinitamente pequeno.<br />
[...] O homem que inventou o Vórtice da Perspectiva Total o fez basicamente para irritar sua mulher.<br />
Trin Tragula – esse era seu nome – era um sonhador, um pensador, um filósofo ou, como sua mulher o definiria, um idiota.<br />
E ela o enchia sem cessar por conta do tempo absurdamente longo que ele dedicava a observar o espaço, ou a meditar sobre o mecanismo dos alfinetes de segurança, ou a fazer análises espectográficas de pedaços de pão-de-ló.<br />
- Você precisa entender a dimensão das coisas! – dizia ela, umas 38 vezes em um só dia.<br />
E então ele construiu o Vórtice da Perspectiva Total – só para mostrar a ela.<br />
Em uma ponta ele conectou a totalidade da realidade, extrapolada a partir de um pedaço de pão-de-ló, e na outra conectou sua esposa, de modo que, quando ele colocou a máquina para funcionar, ela viu em um único instante toda a infinidade da criação e viu a si mesma em relação a tudo.<br />
Trin Tragula ficou horrorizado ao descobrir que o choque havia destruído completamente o cérebro de sua mulher. Contudo, para sua satisfação, ele compreendeu que tinha provado de uma vez por todas que, se a vida deve existir em um Universo desse tamanho, uma coisa básica que não se pode entender é a dimensão das coisas.</p>
<p><em><small>Trecho de O Restaurante no Fim do Universo, de Douglas Adams</small></em></p></blockquote>
<p>É isso que a internet faz, de várias maneiras. Ela expande nossa percepção de mundo e nós começamos a nos sentir cada vez mais inúteis e mínimos.</p>
<p>A internet está lotada de pessoas mais talentosas, mais bonitas, mais famosas, mais legais, mais simpáticas, mais promissoras&#8230; E todas as vezes em que percebemos cada uma delas, anulamos todas as nossas próprias realizações. Não importa nosso crescimento pessoal, nem nada do que somos capazes perto do que enxergamos nos outros.</p>
<p>A verdade é que nos sentimos cada vez mais intimidados.</p>
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