07
jul
2009

Poema ridículo e nada a acrescentar

Tenho vento no olhar e na alma O resto é mistério desespero de quem não soube amar  Tenho medo do que é puro e direto Sou tormenta barco que naufraga com brisa do mar  Conto dores como quem guarda amores Tenho tão pouco que só me resta    agarrar. com estereotipos e unhas encardidas.  Não sou o que prezo mas sei que nasci para ser  algo. que não me cabe contar.

Biscoito da sorte
5 comentários

5 comentários em Poema ridículo e nada a acrescentar


  1. Michele
    12 jul 09 às 18:24

    Ridiculo? Como é modesta…


  2. Giordana
    12 jul 09 às 21:25

    Já me senti assim (se é que não me sinto mais)…


  3. Geraldo
    21 jul 09 às 23:07

    Pode deixar que alguém contará um dia… certamente virão estrelas para tal! Beijos! Adorei!


  4. Barbie S
    23 jul 09 às 13:40

    eu me sinto assim


  5. Moisés Cavalcanti
    17 fev 10 às 16:33

    “sou tormenta, barco que naufraga com brisa do mar” … pessoas sensíveis são assim, e oq vejo por aqui, pelo seu mundo, é sensibilidade. Escrever poemas “ridículos” (q falam de sentimentos q não gostaríamos de sentir) e ter coragem de transferí-los aos olhos de outros é ato para poucos.

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