10
jan
2009

O exército de um homem só II

Mulher judia resiste a soldados israelistas

“somos um exército
(o exército de um homem só)
um bando de vampiros
que odeiam sangue
sem bandeira
sem fronteiras para defender”
engenheiros do hawaii

Depois de meu abandono à esta seção, volto agora com as fotos que eu indico para a eternidade, e a história delas, com essa até bem atual. :)

Oded Balilty, fotógrafo da Associated Press em Jerusalém, ganhou, em 2007, o Premio Pulitzer – e vários outros – com essa fotografia. Mais uma vez, mostrando o gigantesco poder de um e a capacidade de determinação do ser humano, este “exército de uma mulher só” enfrentou as forças de segurança de Israel no assentamento de Amona, na Faixa de Gaza.

Era 1° de fevereiro de 2006 e os israelitas tentavam expulsar os colonos ilegais da região próxima à cidade palestina de Ramallah. Em meio ao caos geral da situação, Balilty encontrou uma imagem que representa bem aquele momento e toda esta guerra.

Achei interessante um comentário feito pelo Sérgio: “Essa mulher merece um prêmio”. E não é isso mesmo? Quantas e quantas vezes vemos este tipo de foto e admiramos o fotógrafo por ter conseguido captar o momento. É necessário, no entanto, que a lente encontre heróis e heroínas, mártires e até mesmo loucos para conseguir imagens marcantes como essa. Triste é saber que muitos destes, como diria Vargas, “deixaram a vida para entrar na história”.

Fotos para a eternidade
4 comentários
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4 comentários em O exército de um homem só II


  1. jarbas
    10 jan 09 às 12:45

    linda essa foto!
    morro de pena das crianças que estão lá, esses sim serão os mais afetados.

    beijos


  2. Tatah
    10 jan 09 às 23:37

    A fotografia é belíssima. Realmente, o fotógrafo pode ter todos os méritos, mas ele não teria isso sem os fatos acontecidos. Um beijo! :)


  3. Michelli
    12 jan 09 às 0:25

    pior né?
    e agente as vezes nun briga por um nadinha de nada…


  4. Joana
    12 jan 09 às 14:39

    sim, o fotógrafo teve sensibilidade para registrar o momento, mas o momento só foi possível por causa dela. ela é sim uma heroína e merecia todo o reconhecimento do mundo, pena pensar que pode ter acontecido o pior…

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