Sei que um dia vou caminhar na minha futura Curitiba, passear no jardim botânico no final de semana e levar o gato para passear de tardinha. Sei que ainda vou subir no avião e ir para na Suíça, entrar na minha casa de porta verde e ser feliz para sempre. Sei que, numas férias qualquer lá da terra do chocolate, passearei na Holanda – e na França, claro. Sei muito mais. Sei Br-101, moinhos de vento, Taj Mahal, Coliseu, Pathernon, águas cristalinas, chapadões, montanhas, planícies, barragens, volta ao mundo e sei cabelos ao vento.

Isso eu sei. Portanto, não é sonho. Não importa quando ou como, vai ser real. Meu sonho é ir para o futuro, esse futuro, e para todos os outros bons futuros que me couberem, todos os bons detalhes que puderem se encaixar nas vírgulas aí em cima. Não quero impor limites aos meus sorrisos e nem grades aos meus desejos. Nada disso é meta, para ninguém: é tudo futuro, é possibilidade. E de tão grande que é tudo isso e de tantas que são as nossas chances, o único sonho que realmente nos cabe é ir ao infinito, e além!
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