Ter que (tentar) acordar numa gostosa manhã gelada de 12ºC à s seis da manhã; sair de casa e voltar por ter esquecido alguma coisa; ir para o ponto e sempre perder o ônibus por questões de segundos; esperar minutos pelo próximo ônibus brigando com o vento fustigante que assola meu bairro; enfrentar o empurra-amassa para subir no coletivo; enfrentar, por mais de 50 minutos, o combo-empurra-amasssa dentro do coletivo; chegar na universidade sempre atrasada; enfrentar o olhar de reprovação de alguns professores – que provavelmente não tiveram que enfrentar quase nenhuma das etapas anteriores, principalmente o combo-empurra-amassa; ter que aguentar aulas chatas sobre assuntos desinteressantes; suportar todos os professores mandando fazer pseudo-seminários sobre todas as bobagens possÃveis que aparecem na frente deles – queridos professores, se eu quisesse aprender a dar aula estaria fazendo uma licenciatura; passar raiva com outras pessoas; criar antipatia pelo curso que faço ao ouvir merdas cotidianas; sair da universidade à s 12h40, com o estômago reclamando; ser, à s vezes, liberada à s 12h e ter que enfrentar o super-combo-empurra-amassa para entrar no ônibus com os desesperados alunos da Agrotécnica que teimam em correr como loucos quando chega o D-30; enfrentar, por mais de 50 minutos, a gritaria dentro do ônibus.
Descer do ônibus e sempre lutar para encontrar as chaves dentro da bolsa; correr o risco de ser assassinada pelo pneu pendurado que está prestes a cair no tÃtulo de uma oficina que fica no caminho; chegar em casa e não gostar do almoço-marmita e lembrar como a comida da minha mãe é bem melhor que aquilo; almoçar correndo e me preparar para ir pro trabalho; sair e sempre voltar por ter esquecido alguma coisa; subir no ônibus – que graças aos céus está mais vazio nessa hora – e enfrentar mais meia hora dentro dele.
No inÃcio da noite, enfrentar o duplo-super-combo-empurra-amassa para pegar outro ônibus na hora de voltar para casa; ter que aguentar as pessoas que me empurram reclamando de estarem sendo empurradas; rir da cara delas; em muitos dos dias, ter que aguentar a volta em pé; perder alguns minutos de Two and a Half Men.
Isso tudo me dá tique tique nervoso.
Deve ser por isso que minha pálpebra está piscando involuntariamente. O google aponta: cansaço e stress. Mas não é o ônibus o que mais me estressa, é a minha falta de paciência pra essas aulas, juro! Pelo menos teremos essa bela semana de folga.

























deborah
pelo menos as férias já estão chegando.
Juliana
Nunca comentei aqui! hehehe
Talvez por achar q vou falar besteira :)
Nem me fale nesses seminários, nessas aulas idiotas, no combo-empurra-amassa (suas definições são as melhores), esse povo da agrotecnica… Cegar atrasada é algo q não dá pra evitar! :~~
Mas o semestre tá acabando e teremos uma bela viagem pela frente, (é o q eu espero). E tudo será verde limão! haushaushau
S2
carlos tadeu alves
deixei um comentário la no “apanhador no campo de centeio” , depois li algumas coisas que vc escreveu em maio: vc está igualzinha o personagem do livro!
Jess
pelo menos as férias já estão chegando. [02]
ai vc vai poder descansar, pra voltar pra rotina maçante de sempre (desculpe por ser estraga prazeres) rsrsrs
bjs
Jarbas
calma, calma, moça!
toma maracujina que passa!
Dani Danczuk
Nossaaaa eu sei bem como é esse empurra aà no busão, mas graças a Deus não passo mais por isso, antes era quando eu trabalhava e tinha que encarar um duas vezes ao dia.
Beijos
Anita Conchita
*agradecendo por ir para a faculdade todos os dias de carona*
Nem me fale da correria da facul, porem a prefiro ferias.
Alguns professores realmente dão raiva… Outros vc aguentaria os chiliques sem nenhum problema.