Arquivo do mês: agosto 2007

31
ago
2007

Blog Day 2007

Blog Day 2007Vou te contar, não é tão fácil assim citar cinco blogs. Eu pensei em indicar algo Novo em Folha, meio revolucionário, sabe? Só que, pensando bem, coisas revolucionárias podem ser passageiras e estourar nas nossas caras, feito Bubbles. Foi por isso que fiz minhas escolhas tendo em mente que, mesmo hoje em dia, quando todo mundo Quer ter um blog e acaba apelando para conseguir sucesso, a verdadeira beleza continua nas Pequenas coisas.

Pela internet
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25
ago
2007

Matem o apanhador no campo de centeio!

O Humberto Gessinger disse uma vez que existem dois tipos de música que valem a pena existir: as músicas que quando tocam no rádio você vai, corre, e muda de canal ou as que você vai, corre, e aumenta o volume. Acho que isso vale para tudo, inclusive para livros.

Existem os livros que te surpreendem e os que te decepcionam. Existem aqueles que você corre para elogiar e os que você corre para xingar. Costumo só falar de bons livros, então, vou falar de um que me decepcionou e esperar que comecem a me atirar pedras.

Mundo real
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25
ago
2007

Emancipate yourself from mental slavery…

Emancipate yourself from mental slavery

…None but ourselves can free our minds.
Bob Marley

Fantástico mundo da Emi, Fotos
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24
ago
2007

Festival de Inverno Bahia

A edição desse ano do Festival de Inverno Bahia, a terceira, aconteceu nos dias 17, 18 e 19 de Agosto aqui em Vitória da Conquista. Queria escrever sobre isso, mas acabei descobrindo que é mais difícil do que eu pensava. Então, aqui vai meu resumido comentário.

Acho que o ponto mais negativo foi um público menor que o esperado, ao menos por mim. Tenho a impressão de que esse foi o ano mais vazio. Se estiver equivocada, uma coisa eu garanto, o público poderia ter sido bem maior se não fosse por alguns fatores. Primeiro, a escolha das atrações não agradaram muita gente. Mas esse é um ponto delicado, afinal, é uma questão de gosto. Acho que a grande culpa mesmo fica entre o preço dos ingressos, que subiu demais esse ano, e a criação do Festival de Feira de Santana, que atraiu o público daquela região que vinha para Conquista (história da micareta se repetindo?). Espero que a produção acorde com a chegada da concorrência para que no próximo ano o Festival possa crescer.

Meu julgamento das atrações é muito influenciado pelo meu gosto. Ainda assim vou comentar que os shows do IRA! e de Paralamas do Sucesso com certeza entraram para minha lista de shows preferidos. Não apenas porque é Ira e Paralamas, mas porque foram shows maravilhosos mesmo.

Mundo real
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15
ago
2007

Harry Potter and the Deathly Hallows

Primeiro quero declarar que este texto está livre de spoilers e que posso apagar comentários que eu considerar “estraga-prazeres”.

Li “Harry Potter e as Relíquias da Morte” logo depois do lançamento. Essa foi uma decisão que eu tomei depois de ler o sexto livro: ia melhorar meu inglês só pra não ter que esperar a tradução do sétimo. O motivo, claro, é que a gente sempre acaba descobrindo as coisas antes do tempo. Eu sou daquele tipo de pessoa que gosta de surpresas, de quebrar a cara tentando descobrir o que vai acontecer e, por isso, fico muito decepcionada quando topo com alguma informação indesejada.

Tinha resolvido que, se não conseguisse ler em inglês, ia me trancar dentro do quarto, tampar os ouvidos – para o caso de algum carro de som passar anunciando o final – e me desligar do mundo até a Lya Wyler terminar seu trabalho. Ainda bem que não foi preciso. Até comecei lendo uma dessas traduções que o pessoal estava fazendo, mas, ao encontrar a versão em inglês, descobri que aquilo estava uma merda e fiquei mesmo na versão original.

Pois é, eu li, parei, refleti e fim. O problema é que não é só assim. É tão estranho pensar que acabou! Quem não gosta não entende como é isso. Ainda lembro da minha ansiedade com os primeiros livros, de não dormir até terminar de ler cada novo lançamento, dos choros desesperados quando a história foi ficando mais densa, da tarde sumindo enquanto eu estava lendo deitada num sofá em uma salinha que não existe mais.

Mundo real
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12
ago
2007

A Semana em que Minha Mãe Saiu de Férias

A Semana em que Minha Mãe Saiu de Férias

A semana em que minha mãe saiu de férias podia muito bem ser um filme de sucesso, patrocinado pela Sadia. A história toda começa numa Segunda-feira, quando a Mãe sai da cidade para “férias” não-exatamente-compulsórias lá na Paraíba. O contexto é a sociedade informatizada e cheia de liberdade da primeira década do século XXI.

As cenas principais do filme ficam concentradas no território ainda mais maternal da casa: a cozinha. Enquanto a Mãe toma água de coco e se bronzeia nas maravilhosas praias paraibanas, vemos o Pai tentar tomar conta da família. Dois filhos para alimentar e um pouco de – como poderíamos dizer? – falta de dotes culinários se unem ao seu deslumbramento pelo total controle sobre o território, criando um roteiro divertido e dramático.

Fantástico mundo da Emi
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11
ago
2007

Tutorial: Adaptando fotos para revelação

Resolvi escrever isso por causa da minha mãe. Toda vez que ela vai revelar fotos, volta sem os pés ou sem a cabeça ou algo assim. E antes que vocês precisem ficar com pena, não é ela quem fica mutilada, mas sim as pessoas da foto (logo ela também está mutilada em algumas fotos, mas vocês entenderam!).

A dica é bem simples, mas pode te poupar de ter que abrir o Photoshop todas as vezes que sua mãe quiser revelar aquelas fotos todas: mostre esse post pra ela e deixe ela mesma fazer o trabalho. Agora, se sua mãe não for chique que nem a minha e não souber fazer nada no PS, vê se dá umas aulinhas pra véa!

Por que isso acontece?
O formato padrão das câmeras digitais não é o mesmo usado na revelação das fotos. Costumamos tirar fotos em 4:3 e revelar em 3:2. Assim, ao revelar fotos no padrão 10×15, se você não chegar ao lugar com a foto já cortada, pode acabar perdendo pedaços que não desejava.

Como resolver?

Tutoriais e dicas
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10
ago
2007

A incrível indecisão

Ou o incrível comodismo, depende muito do ponto de vista.

Eu estava observando uma complexa mania que eu sempre tive: Todas as vezes em que eu começavam as aulas, eu começava a reclamar por férias. Provavelmente você achou isso muito normal, eu sei. A diferença comigo é que sempre que chegava perto das férias eu não queria mais que elas chegassem! Passava a não querer que as aulas acabassem, mas como o calendário letivo nunca seguiu a minha predisposição, as férias chegavam, querendo ou não.

Então, logo no começo das férias eu passava a reclamar por aulas. O mais complexo da história toda é que, quando chegava na metade das férias, eu já não queria aula de maneira alguma.

E cá estou eu, sofrendo novamente desse mal. Comecei essas “férias” reclamando que queria estudar, passei metade dela pedindo por aulas e agora, sabendo que vai acabar, não quero que acabe de maneira alguma.

Como é que pode?

Cotidianês
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07
ago
2007

Fim da greve na UESB

Na tarde de hoje os professores da UESB votaram pelo fim da greve, que já durava 84 dias. Segundo o Jornal A Tarde, foram 65 votos a favor, 62 contra e uma abstenção.

As reivindicações dos professores não foram atendidas e ainda não há data prevista para o retorno das atividades.

Mundo real
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04
ago
2007

Missão Não-Impossível

Os melhores poemas morrem sem saber que um dia existiram. Muitas vezes é fácil encontrá-los, ficam jogados em rimas nas feiras ao ar livre ou descansam em simples cantigas de ninar.

Vários dos verdadeiros poetas têm mãos calejadas, que nem ao menos saberiam manusear um lápis. Poetas natos, poetas mortos, poetas livres. Tão livres que nem chegam a perceber que são poetas.

Poetas da vida real criam poemas de consolo aos amigos quando eles choram, criam poemas em músicas enquanto a água despenca do chuveiro, criam poemas em receitas enquanto cozinham. Rimam sem precisar rimar e escrevem com pensamentos.

Poemas cotidianos e, ainda assim, espetaculares. São o que são e são o que fazem. Jorram sem saber que jorram, existem sem saber que existem e encantam sem nem mesmo despertar a percepção de sua beleza. Desaparecem em segundos, fazendo de conta que nunca existiram.

Você precisar estar sempre pronto, sempre alerta, pra descobrir um poema semi-morto.
Essa é a tarefa que fica para cada um: achar um novo poema a cada dia.

Fantástico mundo da Emi
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