A Terra surgiu muito antes dos homens e já foi palco de inúmeras formas de vida. Com a aparição das interferências antropogênicas a constância das transformações no planeta multiplicou-se e ampliou seus patamares de ação. O mundo mudou de cara e mudou de comportamentos. O ser humano, apesar de sempre dependente do meio, age unicamente em benefício da própria espécie. O aquecimento global é apenas uma das conseqüências mais visíveis dessas interferências.
O efeito estufa, responsável pela possibilidade da vida, é agora uma das maiores ameaças à humanidade. E, ironicamente, suas principais causas estão justamente nas ações das pessoas. O planeta, como um corpo febril, aqueceu-se sob a ação dos gases poluentes, das mudanças nas vegetações e da criação das ilhas de calor.
Considerarmos que o planeta comporta-se como um organismo vivo que depende de todas as ações é tanto clichê quanto real. A teoria do caos é um pleno exemplo de como a ação dos homens acaba por influenciar também outras formas de vida. Se uma borboleta pode causar um tufão em outra parte do mundo, imaginemos, por exemplo, a proporção das conseqüências da emissão diária de toneladas de gases poluentes na nossa atmosfera.

O mais engraçado quando eu escrevo é que muitas vezes depois de pronto, quando leio o que escrevi, parece que não fui eu que fiz aquilo. Principalmente textos que fiz já há algum tempo. Olho para eles e digo “Porra, não acredito que fui eu quem disse isso!”. Não dá pra saber de onde surgiram, nem se estiveram durante todo o tempo ali mesmo dentro da minha cabeça. Até penso que alguns professores meus devem ter achado que eu copiei uns desavisados por aí. Ainda bem que existem as provas pra provar que não, hein.

















