



jan
2012

Não é hora de acabar com o compartilhamento e com a “pirataria”. É hora de acabar com leis que não fazem mais sentido na sociedade em que vivemos. É, eu poderia dizer muita mais coisa sobre tudo isso, mas hoje prefiro reproduzir um texto, do Djalma Valois, que me marcou muito na época que estava fazendo meu TCC e representa muito bem as minhas ideias. Quem tiver coragem de ler tudo não vai se arrepender.
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Amanhecia na aldeia Ventus e, aos primeiros raios de sol, era comum os aldeões partirem para a floresta, iniciando a caça que lhes garantiria o alimento do dia… Como toda aldeia naquela época, os homens mais velhos guiavam os jovens na caçada, apresentavam o uso das armas, ensinavam a preparação das armadilhas e outras atividades que garantiam a segurança e a sobrevivência da aldeia. As mulheres reconheciam ervas e uma variedade enorme de plantas, dava-se sabor com os temperos, receitas e métodos no tratamento das iguarias, que também eram repassadas para as demais jovens. Dessa maneira garantia-se a vida de todos, com uma qualidade que era obtida a partir do conhecimento coletivo.
jan
2012

Acampei nesse Ano Novo em Itacaré. Sim, esse meu lado aventureiro vocês não conheciam, hein? Pois então. Eis que num belo dia eu, que tinha tomado banho de manhã logo depois de acordar, chego à noite no acampamento e vou novamente sofrer com a enrola dos outros na fila do banho. É, aquela em que todos os dias nós encontrávamos a Loira do Banheiro – uma capixaba que provavelmente nos perseguia, porque toda vez que íamos tomar banho ela estava lá. Depois chegamos à conclusão de que ela provavelmente achava que nós é que éramos as perseguidoras, porque sempre chegávamos depois. Mas tá, vai ver ela era tipo a Murta-que-Geme do banheiro do camping, né?
Enfim, enquanto a Loira do Banheiro ocupava um dos boxes, e outros seres anônimos tomavam conta dos outros, eu e Mari arrumávamos as coisas na prateleira pra poder tomar o tão almejado banho. Daí que eu vi um negócio que me parecia familiar:
- Sua calcinha é igual a minha, Mari!
- Essa calcinha não é minha não!
- Ah, é igual a minha… Nisso que dá comprar em loja de departamento.
Noto um conhecido tom de azul-Orkut na blusa que estava próxima à calcinha.
Levanto a peça, percebendo que ela foi pisada e nocauteada na lama. Que dó, que dó, que dó:
- Ué, esse pijama é igual o meu também.
…
(Um minuto de raciocínio porque dei luzes.)
…
- PERAÍ, ISSO É MEU!
E lá estava eu com meu pijama e minha calcinha pisoteados reafirmando a velha certeza: tem coisa que só acontece comigo.

Não, não tem nada a ver com os assuntos do blog. É só um depoimento com cara de propaganda de canal tosco, mas tá valendo porque sei que eu procurei algo assim quando precisei e não achei.
Quando fui receber meu primeiro pagamento do Google Adsense, fiquei muito na dúvida de como fazer. Para realizar a transferência internacional, eu precisava do Código Swift da minha agência bancária e a preguiça de ir até lá consultar isso imperava. Meu lado prático e antissocial queria fazer tudo de casa, sem precisar falar ou telefonar pra ninguém.
Li sobre o Banco Rendimento e sua “especialização” em receber os pagamentos do Adsense. Eu nunca tinha sequer ouvido falar deles antes e, como sempre acontece com esse tipo de coisa, saí pesquisando loucamente pra ver se não era golpe. Não encontrei ninguém que me parecesse confiável (leia-se, alguém remotamente já conhecido por mim) para fazer a afirmação. Resolvi arriscar e papapan! Deu tudo certo. Desde junho recebo os ganhos por eles e não tive problema algum até agora.
dez
2011
Ah, o Natal… Essa bonita data festiva que a gente odeia porque nunca é tão legal como nos filmes… Mione cedo demais na vida decidiu que a graça do Natal é acabar com ele. Subir a árvore correndo, derrubar todas as bolas, destroçar os enfeitinhos, morder o pisca pisca (e depois deitar lá na base com a maior cara de inocente possível) parece bem divertido pra mim também, confesso. Vou ser um gato na próxima vida.






Claro que a gente teve de arrancá-la lá de cima pra conseguir montar a árvore. Pois, como diriam os sábios do Trio da Huanna na poética música Passinho…


Feliz Natal pra todo mundo! :)



























