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Os fenômenos da internet
Não importa em que roda de conversa você se encaixa, você já ouviu ou logo ouviria falar de ao menos uma delas. Susan Boyle e Stefhany podem ter pouco em comum além da paixão pela música e os milhares de acesso no YouTube, mas também estão classificadas na mesma categoria: fenômenos da internet.
A maioria dos grandes fenômenos na internet nasce como virais. Tendo como base as redes sociais que tomaram a rede mundial de computadores, o viral sustenta-se na capacidade das pessoas disseminarem conteúdos de forma voluntária. Tal como uma epidemia, o viral infecta o indivíduo, que se torna responsável pela posterior transmissão do “vírus”.
Mesmo com a percepção de tendências, a realidade é que não existe uma fórmula ideal para este tipo de propagação. Contaminar milhares de pessoas apenas com um produto, às vezes, pode ser só uma questão de sorte. Apesar dos grandes sucessos premeditados criados por agências de publicidade, muitos dos virais que conduziram as conversas de diversas pessoas no mundo nasceram inesperadamente.
Enquanto Susan Boyle “sonhava um sonho” às custas da ITV (rede de televisão que compete pela liderança da TV aberta no Reino Unido), Stefhany, “linda e absoluta em seu Crossfox”, saiu lá do Piauí e tomou o país sem maiores intervenções iniciais. Fenômenos de 2009, em um curtíssimo espaço de tempo, as duas tornaram-se sucesso, visitaram programas de televisão e foram temas de postagens em centenas de blogs.
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Segunda, terceira, quarta opção… sempre. Acostumou-se, ainda que não deixasse de lhe doer. Era comum que fosse lembrada, mas nunca a queriam tão bem. Podiam enxergá-la, mas só se aprendia a gostar dela - e aprender lhe demorava, até machucava.
Não era do tipo a ser convidada, nem do tipo a ser notada, nem do tipo a ser escolhida, nem do tipo a ser preferida. Não se esforçava mais, esperava o dia em que alguém a escolhesse simplesmente. Súbito; primeiro; lugar.
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Ainda hoje, no meio de toda a “era da comunicação”, mesmo depois de tanta invenção tecnológica… Nosso maior mal é a distância.
As soluções que tanto nos unem são aperitivos que só aumentam os sentimentos. Se antes éramos obrigados a nos esquecermos até que houvesse a chance da presença, hoje nos torturamos a cada dia aumentando o desejo. Todo dia - todo dia - a cidade fica mais vazia. E você percebe que não é só você que anda nessa busca pelo amanhã. São tantos e tantos os que queriam dormir e acordar no futuro…
Nos acostumamos a viver os dias só por viver, esperando o momento de felicidade que vai vir tão depois. Às vezes acho que estou desperdiçando os dias, às vezes acho que não poderia ser diferente.
O mal desse século é a saudade.
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Girabéia nasceu num dia morno, e dizia que esse era o motivo por gostar mais da rotação do que da translação. As pessoas diziam que era maluca, a começar pelo nome:
- Girabéia-girafa!
- Girabéia-geléia!
- Desde quando Girabéia é nome de gente?
Por essas e outras, começou a achar que o mundo girava ao redor de si mesma. Eu não a culpo.
Girabéia jurava saber o sentido das coisas e, quando não sabia, dava o sentido que viesse na mente. Nos momentos de solidão, Girabéia gostava de… girar. Também gostava de girassóis: dizia ter sido um deles em outra vida.
Aos dezessete, em um momento de profunda contemplação sobre o existencialismo, Girabéia concluiu que era isso mesmo e ponto. O resto da história vocês já conhecem.
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Quero agradecer a Ju Vitezi pelo link no artigo “Os 10 mais” do Mix-Virtual. Ela reuniu vários blogs legais que eu acho meesmo que você deveria ver :D Por isso aproveita pra visitar lá, né!
Sempre sou muito relapsa com o blog, mas coisas assim me animam a postar! O agradecimento vale também para outras almas bondosas que já me citaram por aí lol. Tô sempre tentando colocar o que fico sabendo ali na página de Links. Obrigada!
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“[...] Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.”
Fernando Pessoa
Acho engraçado a forma como nós olhamos as fotos da nossa cidade e volta-e-meia comentamos “Poxa, nem parece Conquista”. Isso deve acontecer contigo também, que mora aí no meio do caminho para qualquer lugar. A gente passa a vida toda pelos mesmos lugares, pelas mesmas coisas, e vivemos esquecidos de perceber. É clichê, mas, realmente, vez ou outra é bom reparar nas coisas, mudar os ângulos, olhar para cima, olhar para baixo, virar o rosto e se contorcer. Existem mil cidades dentro das nossas cidades, vale a pena enxergar.
Continuando a série de fotos da minha terra, tirei a escolhida de hoje na Lagoa das Bateias, construída na Zona Oeste de Conquista.
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A república federativa da galáxia é um negócio lindo. Segundo constam os relatórios que já conseguimos decifrar, junta-se um bando que teve carisma ou saldo bancário suficiente para se eleger e aí começa o bonito processo de propor, negar, aprovar e analisar leis que, prioritariamente, claro, devem não prejudicar a seus ótimos costumes e aos costumes de seus bons amigos. Depois do jogo de empurra e das belas férias nos lugares mais calmos da Via Láctea, saem, obviamente, os resultados mais desejados pela população que representam. É por isso que o universo anda em paz e o último Big Bang aconteceu há tantos milhares de anos. Não, não porque a república é realmente linda, mas porque o povo realmente tem medo de uma nova explosão.
E segue tudo em paz no reino dos homens…
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Eu vivo me dando metas que acabo nem cumprindo, vocês já devem ter percebido, né? lol Dessa vez, resolvi que ia postar no mês de março todo no Flickr (isso no dia 5, ou seja, 27 fotos)… Tenho até conseguido cumprir! Quem quiser acompanhar a jornada é só visitar lá :D
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Sentou no canto do mundo e, quando se deu conta, era mulher.
Tinha milhões de óvulos para carregar - e esse nem era o maior dos pesos que enfrentaria.
Aproveito a data e o post para falar de algo bem legal que descobri na net :) o Girl Effect, “Efeito Garota”. O Girl Effect propõe uma forma bem interessante de salvar o mundo: ajudando uma garota.
Não é sexismo. A proposta tem a ver com o fato de as meninas serem agentes com grande potencial de mudança por causa de sua posição e de seus papéis na sociedade. Além de transformarem suas vidas, as garotas serão mulheres e participarão ativamente da vida das suas famílias, das suas cidades e, claro, de seus filhos.







![Continua lindo. [1/27]](http://farm4.static.flickr.com/3344/3331544659_9e5fee9eae.jpg)







